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Descrição botânica: No Brasil, porém, tem um bom desenvolvimento, apresentando-se como uma arvoreta de até oito metros de altura. As folhas são opostas, verde-escuras, brilhante, glabras, perfumadas, ovais, onduladas, inteiras, com pecíolo curto e fino. As folhas novas são cor de vinho.
Flores brancas, suavemente perfumadas, melíferas abundantemente providas de pólen, hermafroditas, dispostas na axila das folhas. Possuem quatro pétalas e muitos estames amarelos.
Fonte:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/pitanga/pitanga-8.php

Pitanga na arvore

A pitanga é uma baga, com cerca de 30 mm de diâmetro, formosa de um vermelho intenso quando bem madura, a polpa é vermelha, sucosa, macia, doce ou agridoce, perfumada, saborosa. A fruta prende-se a arvoreta por meio de um pedúnculo com dois a três cm de comprimento.

pitangas vermelhas, rubras, brancas, roxas, quase pretas.
Variedades

Não se conhecem, no Brasil, variedades perfeitamente definidas de pitangueiras. Notam-se, porém, pequenas diferenças entre arvoretas e frutas. Dizem que a relação entre o tamanho do fruto e o da semente apresenta variações; estes caracteres não são propagados pela multiplicação gâmica. Perdem-se portanto, ou tendem a perder-se. S. Decker distingue: Pitangueira comum ( Stenocalyx pitanga, Berg)e Pitanga Mulata ( Stenocalyx dasiblatus, Berg) . Paulo Le Cointe cita, ao lado da Pitangueira-de-frutos-vermelhos (Stenocalyx pitanga,Berg, Eugenia Michellii, Aubl, eugenia pitanga, Berg, Euugenia uniflora, Lin.) , a Pitangueira-da-mata (Stenocaly sp), mas não é uma variedade e sim outra espécie.

pitangueira produzindo

Clima

A pitangueira encontra-se em todo o Brasil, de Norte a Sul, menos nas regiões semi-úmida, subúmida e semi-árida e nos municípios mais frios. Cresce bem, portanto, em climas quente e úmido e temperado-doce suficiente úmido. Adulta, a pitangueira suporta temperaturas inferiores a zero grau centígrado. Tem alguma resistência à seca. Entre nós, é bastante comum na região amazônica, nas regiões úmidas do Nordeste, no Sudeste, no Sul e no Centro-Oeste. Há muitas pitangueiras nas proximidades de Salvador. Em João Pessoa empregam-na freqüentemente como cerca viva.

Solos

A pitangueira não se mostra exigente em solos. Cresce muito bem, em nosso país, nas aluviões das margens dos rios. Cresce muito bem em solos leves, arenosos, sílico-argilosos, argilo-silicosos. Suportam muito bem os solos argilosos. Devem ser preferidos os solos de textura média, profundos, bem drenados, férteis.

Multiplicação

A multiplicação da pitangueira pode ser sexuada ou gâmica e assexuada ou agâmica. A multiplicação gâmica é a mais fácil e a geralmente utilizada. Obtêm-se plantas rústicas e de produção seródia. Não permite conservação das variedades com todas as qualidades que as distinguem. Produz desde os quatro anos de idade. A pitangueira pode ser multiplicada por enxertia.

pitangueira

Plantio

Ara-se e gradeia-se o terreno do futuro pomar. Se possível, faz-se uma adubação com estrume de curral, composto ou adubo verde. As covas serão abertas com bastante antecedência. Terão pelo menos 50 cm de profundidade, comprimento e largura.

Cada cova receberá uma adubação mais ou menos semelhante à seguinte:

Estrume de curral 20 a 30 l
Nitrocálcio ou sulfato de Amônio 100 a 150g
Superfosfato 250 a 300g
Cloreto ou sulfato de potássio 150 a 200g

Espaçamento

5 x 5 m é julgado suficiente nas regiões úmidas.. Nas regiões menos chuvosas o compasso poderá ser de 6 x 6 m..

Tratos culturais

A pitangueira é uma planta rústica, necessitando de pouco trato cultural. Em regra os tratos culturais se resumem em capinas e escarificações.

Adubações

Não se costuma adubar as pitangueiras. Não é uma razão para não adubá-las.

Pode-se aplicar, a título experimental, a seguinte adubação em cada pitangueira em produção:

Nitrocálcio ou sulfato de amônio 200g
Superfosfato 200g
Farinha de ossos 300g
Cloreto de potássio 150g

Podas

A pitangueira se presta muito bem à formação de cercas vivas. Mesmo neste estado, produz, embora muito pouco. Nos pomares como árvores frutíferas, a pitangueira necessita apenas de podas de limpeza. Podem fazer-se, também, embora não se usem, podas de arejamento e formação.

Colheita

Procede-se a colheita com a máxima facilidade. Colhem-se as frutas maduras.

O Transporte é difícil porque a pitanga é uma fruta muito delicada, não suportando pancadas, e é de pouca duração. Daí a necessidade de evitar traumatismos. As frutas geralmente estão maduras três semanas depois da floração. A produção é, quase sempre, muito abundante. Entre nós, no Brasil a pitangueira dá duas safras por ano: a primeira em outubro; a segunda em dezembro ou janeiro.

Fonte: www.agrov.com


  • A pitanga - Eugenia uniflora Berg., família Myrtaceae - é o fruto da pitangueira.
    Drupa globosa, carnosa, vermelha (a mais comum), amarela ou preta, e bastante saborosa, rica em cálcio, a pitanga é nativa da Mata Atlântica brasileira, onde é encontrada na floresta estacional semidecidual do planalto, desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. Ocorre também nas restingas. Também pode ser encontrada na ilha da Madeira, Portugal, onde foi introduzida.
    A palavra "pitanga" vem do tupi-guarani, e significa "vermelho".
    A planta é cultivada tradicionalmente em quintais domésticos. Dá-se bem em terrenos arenosos junto às praias e os frutos são ótimos atrativos para pássaros. É também usada como árvore ornamental em várias cidades brasileiras. Nos sistemas agroflorestais multiestrato e em reflorestamentos heterogêneos, é planta importante na recuperação de áreas degradadas.

    Árvore de porte médio - no máximo 12 m - a pitangueira é de desenvolvimento moderado, e medianamente rústica. A copa globosa é dotada de folhagem perene.

    • Base de Dados Colaborativa sobre Árvores Ornamentais do Brasil
    • Plantas de interesse econômico e ecológico
    • Árvores de Irati

      Referências
    • Harri Lorenzi Árvores brasileiras vol. 1, Instituto Plantarum

    arvores de pitangueira


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