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Mudas de Lichia - Arvores de Lichia


Temos arvores de lichia em vasos plantadas por enxertia.
Essas lichias são produzidas por sistema de alpoquia em nosso viveiro , isso quer dizer um sistema de clonagem que fará que uma arvore de lichia que demora até 10 anos anos para produzir , nesse sistema a arvore de lichia no vaso vai produzir bem cuidado com adubo e água pode produzir em um ano e meio .

A lichia (Litchi chinensis) é um gênero botânico pertencente à família Sapindaceae.

Originária da China, onde é considerada a fruta nacional, a lichieira e uma árvore subtropical, semelhante à mangueira, com até 12 metros de altura e de grande longevidade. Há poucos séculos foi disseminada para outros países como Índia, Tailândia, Taiwan, África do Sul, Madagáscar, Israel, Estados Unidos (Havaí e Flórida), Vietnã e Brasil.

Devido ao seu belo porte, atraente formato, folhas verde escuro e permanentes e principalmente devido a beleza da frutificação a lichieira é a árvore favorita para os jardins de residência no Havaí, e em cidades da Califórnia.

Os frutos produzem em cachos, a casca é rugosa e de cor vermelha, sendo fácil de ser destacada. A polpa é gelatinosa, translúcida sucosa e de excelente sabor, lembrando ao de uva-itália e não é aderente ao caroço. Serve para consumo ao natural, e para o fabrico de sucos, compotas e ainda para a passa.

Lichia

Fruta da Lichia

A lichia geralmente tem o tamanho de um limão galego, mas, na China, alguns medem 35 a 40 milímetros de comprimento. Pelo aspecto, assemelha-se a um morango.

A casca, coriácea, áspera, quebradiça, avermelhada, passa a castanho-escuro quando está maduro. A polpa ou arilo é translúcida, sucosa, algo semelhante à jabuticaba, deliciosa.

O sabor lembra da uva moscatel. Algumas variedades produzem, de flores não fecundadas, frutas cujas sementes são pequenas, enrugadas e sem poder germinativo. Noutras variedades, cujas flores são fecundadas, as frutas têm sementes grandes, escuras e germinam bem durante alguns dias. Perdem depressa o poder germinativo.

As lichias, no Brasil, as pouquíssimas que temos, são deliciosas, tão boas quanto as de Cantão e Pequim, e consumidas em natureza. Na Índia, ocorre o mesmo. Mas na China também as comem secas, sob a forma de passa, e em compota. São saboresíssimas as compotas e as passas de lichia.

As lichias secas ao Sol são mais perfumadas e saborosas do que as secas ao fogo. Cantão exporta grande quantidade de lichias frescas, em natureza, bem como secas e em compota. Guardadas em geladeiras, as lichias duram mais semanas. Resistem a longos transportes.

Conforme Popenoe, a composição química média das lichias colhidas em Havaí é a seguinte: sólidos, 20,92%; cinzas, 0,54%; ácidos, 1,16%; açúcares, 15,3%.

Variedades: No sudeste asiático, quente e úmido, há muitas variedades, algumas quase desprovidas de sementes. No Brasil, principiamos e muito lentamente. Pouco, quase nada se sabe a respeito. Há, porém, lichias com sementes grandes e outras quase sem sementes.

Climas

A lichieira encontra sua ecologia de predileção nos climas tropical e subtropical úmidos. Teme as geadas e os verões secos. Os verões secos e as geadas são fatores limitantes –informa W.B.Hayes em Fruit Growing in Índia. Algumas variedades resistem a geadas não muito fortes. Se a pluviosidade é pequena e mal distribuída, a irrigação é indispensável.

O ideal é uma pluvisidade igual ou superior a 1.500 milímetros mais ou menos bem distribuída. Acomoda-se a uma pluviosidade igual a 1.500 milímetros.

Solos

Os solos sílico-argilosos e argilo-silicosos, férteis, profundos, são ótimos para a lichieira. Prefere os solos ácidos. Não lhe convêm os solos calcários.

Multiplicação

A multiplicação pode ser sexuada e assexuada ou agâmica. No Brasil, em regra a lichieira é multiplicada por meio de sementes, embora este processo, muito prático e barato, tenha dois defeitos: a) não transmite integralmente as qualidades da árvore mãe; b) as mudas custam a frutificar, cerca de 10 a 15 anos.

Na China e na Índia, só se usa uma multiplicação sexuada para produzir porta-enxertos. A lichieiras se multiplica por mergulhia, alporquia e enxertia. A mergulhia, embora lenta e custosa, é o processo mais usado na China e na Índia. A alporquia tem os mesmos defeitos, talvez agravados.

Ambos os métodos, porém, produzem plantas idênticas à árvore-mãe e que frutificam com uns três a seis anos. Tem, em compensação negativa, um sistema radicular relativamente pouco desenvolvido e vivem menos do que os pés-francos. Na enxertia, usam-se como cavalos pés-francos de lechieira. Enxerta-se por borbulhia e garfagem. A pega não é fácil.

Plantio

Se possível, ara-se e gradeia-se todo o terreno e faz-se uma adubação verde. Abrem-se covas de 50 centímetros de comprimento, largura e profundidade, com o espaçamento de 10 x 10 metros.

Convém adubar cada cova com 20 litros de estrume de curral ou composto, misturado com 200g de nitrocálcio-petrobrás ou sulfato de amônio, 300g de farinha de ossos, 200g de superfosforo e 150g de cloreto de potássio. Plantam-se as mudas em dias úmido, no início da estação chuvosa.

Tratos culturais

Fazem-se as carpas indispensáveis, de preferência com a grade de discos ou o cultivador.

Culturais consorciados

São possíveis e aconselháveis nos primeiros anos, desde que não abafem as fruteirinhas. Preferem-se as leguminosas de curto ciclo vegetativo.

Podas

Não há podas de formação. Podem fazer-se podas de limpeza, retirando-se galhos secos ou doentes, galhos maus colocados e ladrões.

Adubações

A lechieira precisa ser adubada para frutificar regular e fartamente. Reage muito as adubações.

Colheita

A colheita é fácil e pode ser farta se a ecologia for favorável e se as lechieiras, descendentes de árvores muito frutíferas, forem convenientemente tratadas. Tendo florado em agosto-setembro, o que ocorre no planalto paulista, a colheita se realiza em dezembro-janeiro. A safra varia bastante de um ano para outro.

Fonte: www.agrov.com

A planta é longeva e rústica, necessitando pouco ou nenhum tratamento fitossanitário. As doenças não são problema e, com relação às pragas, eventualmente podem ocorrer brocas de tronco, a mariposa oriental nos ponteiros e ácaros, abelhas-arapuá ou irapua nos frutos. Praticamente não é usado agrotóxico e os frutos são colhidos isentos de produtos químicos.

Cultivo no Brasil

Perfeitamente adaptada às condições de clima do Estado de São Paulo, as culturas pioneiras estão produzindo excelentes safras, com resultados econômicos compensadores. A colheita ocorre de novembro e janeiro, atendendo o mercado na época das festas natalinas, quando a procura e o preço são maiores.



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