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Chacara das Palmeiras - Tupã


Mudas macieira
Arvores de macieira


macieira

Malus spp.

Frutífera típica de clima temperado, da família Rosaceae, tem suas origens nas montanhas do Cáucaso, Oriente Médio e Leste Asiático. Espécie exigente em tratos culturais, mormente fitossanitários. Seu cultivo em São Paulo, e em regiões edafoclimáticas similares, somente é possível por meio de cultivares locais adaptados ou selecionados no IAC.


Com pequena exigência de frio, apresentam-se aptos para produzir satisfatoriamente em condições de inverno brando. É imprescindível o plantio de mudas enxertadas e sadias, em porta-enxertos clonais ou de sementes da própria macieira. Por se tratar de cultura perene e de polinização cruzada, é importante consorciar no plantio variedades interpolinizantes. Em São Paulo, considerado o quinto Estado maior produtor no País, a safra de maçãs ocorre de dezembro a fevereiro, período de escassez e, portanto, de altos preços no mercado. É, quase na totalidade, comercializada in natura, dada sua precocidade. Eventualmente, pode ser industrializada e, dependendo da variedade, utilizada para a fabricação de sidra, purê ou suco.


Cultivares: Bem precoces – Soberana (IAC 170-1, p.am.-av.), Anna (introduzida, p.am.-av.), Michal (intr., p.am.-av), Ein Shemer (intr., p.am., polinizante), Galícia (IAC 276-2, p.am.-av., para o cultivo doméstico) e Gala (intr., p.am.-av.; para as áreas mais frias do Estado). Precoces – Rainha (IAC 8-31, p.am.-av), Marquesa (IAC 570-38, p.av.), Brasil (Brückner, p.av.), Delícia (IAC 6-5, p.av.), Valinhense (Ohio Beauty, p.av.) e Culinária (IAC 5-10, p.av.) – os dois últimos, bons polinizantes e também adequados para a utilização industrial. Medianos/tardios – Dulcina (IAC 8-35, p.av.), Bonita (IAC 4-1, p.am.-av.) e Centenária (IAC 570-17, p.am.; para as áreas mais frias do Estado), p-película; am-amarela; av-avermelhada; am.av.-amarelo-avermelhada.


Porta-enxertos:
a) clonais – Doucin (semivigoroso); MM-106 (semivigoroso); EM-IX (ananicante); MM-111 (vigoroso); 
b) “seedlings” de macieira em geral dão origem a porta-enxertos vigorosos.


Época de plantio: mudas de raízes nuas (transplantes) de julho a agosto de envasadas no período das águas.


Espaçamento: (Básico): para porta-enxerto vigoroso: 6 x 4m; para porta-enxerto semivigoroso: 5 x 3m; para porta-enxerto ananicante: 4 x 1,5 a 4 x 2m.


Mudas necessárias: 417, 1.250 e 1.665/ha, de acordo com o espaçamento.


Controle da erosão: plantio em nível ou cortando as águas, patamares ou banquetas em terrenos declivosos, e capinas ou roçadeiras em ruas alternadas, na época das águas.


Calagem: de acordo com a análise de solo, aplicar calcário para elevar a saturação por bases a 70%. Aplicar o corretivo por todo o terreno, antes do plantio ou mesmo durante a exploração do pomar, incorporando-o através de aração e/ou gradagem.


Adubação de plantio: aplicar, por cova, 2kg de esterco de galinha ou 10kg de esterco de curral, bem curtido, 1kg de calcário magnesiano, 200g de P2O5 de 60g de K2O, pelo menos 30 dias antes do plantio. A partir da brotação das mudas, aplicar em cobertura, ao redor da planta, 60g de N, em quatro parcelas de 15g, de dois em dois meses.


Adubação de formação: para plantios convencionais (em porta-enxertos vigorosos e semivigorosos), de acordo com a análise de solo e por ano de idade, aplicar 20 a 60g/planta de cada um dos nutrientes: N, P2O5 e K2O; efetuar a aplicação de N em quatro parcelas, de dois em dois meses, a partir da brotação.


Adubação de produção: no pomar adulto, a partir do 7º ano, dependendo da análise de solo e da produtividade, em porta-enxerto vigoroso e semivigoroso, aplicar, anualmente, 120 a 240 kg/ha de N, 30 a 180 kg/ha de P2O5, 40 a 200 kg/ha de K2O e 3 t/ha de esterco de galinha, ou 15 t/ha de esterco de curral, bem curtido. Após a colheita, distribuir o esterco, fósforo e potássio, na dosagem anual, em coroa larga, acompanhando a projeção da copa no solo, e misturá-los com a terra da superfície. Dividir o nitrogênio em quatro parcelas, aplicando-as em cobertura, de dois em dois meses, a partir do início da brotação.


Observação: Para plantios adensados (em porta-enxertos ananicantes), aplicar os adubos no pomar em formação e no adulto, de modo similar aos plantios convencionais, reduzindo as dosagens proporcionalmente à área ocupada por planta.


Irrigação: Aconselhável nas estiagens da primavera em sulcos, bacias ou gotejamento, e substituí-la, parcialmente, por cobertura morta, em áreas de adequado equilíbrio hídrico.


Outros tratos culturais: capinas, podas de formação, de limpeza (inverno), desbrotas no verão, poda de frutificação, armação das plantas, desbaste dos frutos. Herbicidas – atrazine, dichlobenil, glyphosate, paraquat, atrazine + simazine, simazine, gluphosinate de amônio, diquat, simazine e ghyphosate + simazine.


Controle de pragas e doenças: no inverno – calda sulfocálcica concentrada, calciocianamida, cianamida hidrogemada (para quebra de dormência) e óleo mineral; na vegetação – fungicidas (mancozeb, captan, cúpricos, fluazinam, exaconazole, triflumizole, chlorotalonil, fosety-Al, thiram, bitertanol, triadimefon, benomyl, thiophanate methyl, metalaxyl, oxicloreto + mancozeb, dithianon, myclobutanil, dodine, óleo mineral, tebuconazole, folpet, enxofre, quinomethionate, iprodione, fenarimol, triforine, difenoconazole e thiabenzadole); inseticidas e/ou acaricidas (clofentezine, abamectin, fluazinam, pyrazophos, dinocape, dimethoate, trichlorfon, formothion, paarathion methyl, carbaryl, fenpropathrin, dichlorvos, deltramethrin, óleo mineral, phorate, azinphos ethyl, phosmet, fenpyroximate, vamidothion, enxofre, fenthion, malathion, quinomethionate, propargite, azocyclotin, pyridaben, cyhexatin, fenitrothion e methidathion).


Colheita: dezembro a fevereiro e março. Safras comerciais: a partir do 2º e 3º anos de instalação do pomar. Ponto de colheita: frutos de vez, já coloridos, para perfeito sazonamento; colheita manual, em sacolas.


Produtividade normal: 15 a 30 t/ha de frutos em pomares adultos e racionalmente conduzidos, conforme o espaçamento adotado.


Observação: na implantação do macieiral, visando à exploração mais racional no Estado de São Paulo, consorciar cultivos anuais ou frutíferas de porte baixo e produção econômica mais rápida (a figueira por exemplo).



Fonte: Boletim, IAC, 200, 1998.



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